sexta-feira, 29 de abril de 2011

Atenção Articuladores e Professores

Os professores (somente os da EJA) deverão entregar a folha da ascensão preenchida com os certificados dos cursos realizados originais (mínimo 40 horas) com cópias ao articulador. Após a entrega o articulador deverá avaliar o professor em conjunto com o diretor (na presença do professor). O prazo para esse procedimento é até 04/05 (na escola).
Depois o articulador ou diretor deverá entregar na Secretaria de Educação (DGP) toda a documentação dos professores até o dia 06/05/2011 a partir das 15 horas.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Documentário: "Capitalismo: uma história de amor"

Professores (Geografia/História), estamos postando algumas informações sobre o documentário premiado "Capitalismo: uma história de amor", do diretor conhecido mundialmente por suas fortes críticas as políticas dos EUA Michael Moore. Essa é uma sugestão de atividade para o segundo bimestre. O novo documentário de Michael Moore explora uma questão tabu: Qual o preço que os EUA pagam por seu capitalismo? Há alguns anos, esse amor parecia muito inocente. Hoje, porém, o sonho americano parece mais um pesadelo quando famílias pagam o preço com seus empregos, casas e economias. Moore entra em lares de pessoas comuns cujas vidas viraram de cabeça para baixo; e parte para procurar por respostas em Washington e em toda parte. Ele encontra os sintomas característicos do fim de um caso de amor: mentiras, abusos, traição… e 14 mil empregos perdidos por dia. Diretor: Michael Moore Lançamento: 2010 Idioma: Inglês, legendas em português

quinta-feira, 31 de março de 2011

Quadro Etário

Olá Secretários/Articuladores Favor preencher com urgência o quadro que está no link abaixo.

https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=explorer&chrome=true&srcid=0BxWRn76sxt6iMzJmZmUwNzctY2U3OS00ZjJhLTgxNmItOGNjMjg4MDcwOTll&hl=en

Ligar para o professor Valter para passar os dados na quinta-feira 31/03.

segunda-feira, 21 de março de 2011

7º Concurso Cultural


Articuladores,

Convidem seus alunos à participar do 7º Concurso Cultural "LER E ESCREVER É PRECISO".

Nesta edição do Concurso de Textos:

"Como cuidar da vida com alegria, leveza e inteligência?"

Professor, inclua o 7º Concurso Cultura Ler e Escrever é Preciso no seu planejamento de 2011!

Categorias:
- Ensino Fundamental;
- Ensino Médio,
- EJA,
- Professores,
- Profissionais de Biblioteca.

10 vencedores em cada categoria

Regulamento e material de referência disponíveis no site
http://www.ecofuturo.org.br/concursocultural

Inscrições até 30/06/2011.

Dúvidas: concurso cultural@ecofuturo.org.br

sexta-feira, 18 de março de 2011

CONCURSO: Crie um slogan para Itajaí

O Município de Itajaí sedia, em 2012, uma das etapas da Regata Volvo Ocean Race, o mais importante evento náutico do mundo. Itajaí será a única cidade da América do Sul a sediar a competição. A expectativa é de que este evento possa ser um marco para o Município, projetando-o internacionalmente como destino turístico.
Pensando nisso, o Comitê Central Organizador (CCO) da Etapa Itajaí da Regata Volvo Ocean Race lança o concurso CRIE UM SLOGAN PARA ITAJAÍ, prevendo, com ele, desenvolver uma grande campanha voltada a incentivar novos projetos para a cidade.
O autor do slogan vencedor, ganhará (01) uma viagem à cidade de Alicante, na Espanha, com passagem e estadia de 07 (sete) dias, por ocasião da largada da 11ª Edição da Regata Volvo Ocean Race.

Para conhecer o regulamento acesse (copie e cole na barra de endereço)
http://www.portoitajai.com.br/arquivos/concurso_slogan_para_itajai/Regulamento.pdf

Participe

SUCESSO...

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

AVISO

Solicitamos que as articuladoras levem o horário/rodízio dos professores (que acontecerá até o final do ano) para a reunião de quarta-feira.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Mobilidade espacial nas cidades com alunos da EJA

Aprender sobre a mobilidade espacial ajuda os estudantes a compreender a relação entre as políticas públicas e a paisagem urbana
(Fernanda Salla - publicado na revista Nova Escola)

Reclamações sobre o trânsito intenso e o tempo que se leva para ir de um lugar a outro são comuns em grandes centros urbanos. Quem nunca se atrasou para um compromisso ou teve de se programar com antecedência para chegar a um destino não tão longe do local de origem? Segundo a Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP), em 2009 a população dos municípios com mais de 60 mil habitantes fez 58 bilhões de viagens (deslocamento da origem ao destino), gastando 21 bilhões de horas. Esses deslocamentos temporários feitos entre diferentes espaços, de casa ao trabalho, por exemplo, são chamados de mobilidade espacial e representam hoje um dos grandes desafios das cidades.

Abordar o tema em classe permite levar os estudantes a pensar criticamente os problemas urbanos (leia a sequência didática). "Percebemos que muitos não se situam bem na cidade nem sabem descrever com precisão o trajeto que fazem para ir de um lugar a outro. É algo comum com aqueles que saíram de sua cidade natal para viver nas grandes metrópoles, como há diversos casos entre os alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA)", diz Carlos Eduardo Guimarães do Nascimento, professor de Geografia do Colégio Santa Cruz, em São Paulo. Um estudo realizado em 165 cidades do mundo por Valério Medeiros, pesquisador da Universidade de Brasília (UnB), concluiu que as cidades brasileiras têm os piores índices de mobilidade. Florianópolis lidera o ranking, seguida por Rio de Janeiro.

Os problemas relacionados à mobilidade no Brasil ocorrem devido à falta de infraestrutura adequada e ao crescimento desordenado, que força a população a se afastar das áreas centrais, onde se concentram os postos de trabalho e as ofertas de serviços (leia o infográfico acima). "Isso é resultado de uma série de políticas públicas feitas ao longo da história - e movidas por interesses econômicos ou privados que priorizaram um modelo urbano que não favorece a maior parte da população", completa Nascimento.

A matéria continua... Leia... Copie o endereço abaixo e cole no seu navegador...

http://revistaescola.abril.com.br/geografia/pratica-pedagogica/mobilidade-espacial-cidades-geografia-espaco-urbano-617886.shtml

O desafio da geografia

Professores de Geografia/História, a Revista Istoé publicou uma matéria muito interessante sobre o reordenamento territorial/político de algumas regiões do mundo. A matéria é assinada por Rodrigo Cardoso. Mesmo sendo curta, a matéria traz informações importantes. Se desejarem ler a matéria completa copie e cole o endereço abaixo no seu navegador

http://www.istoe.com.br/reportagens/123938_O+DESAFIO+DA+GEOGRAFIA


Veja a reportagem (no site tem mais informações).

O Sudão do Sul será o país de número 193 do globo terrestre. Na segunda-feira 7, o anúncio do resultado de um referendo realizado no mês passado no Sudão revelou que 98,83% dos sudaneses do sul, negros cristãos em sua maioria, optaram pela separação do norte do país, composto por árabes muçulmanos. Em 9 de julho próximo, portanto, nascerá oficialmente o Sudão do Sul, o 54º país africano. Na Europa, nas últimas duas décadas, aproximadamente uma nação por ano tornou-se independente. Essa incrível dinâmica de transformações territoriais tem sido um desafio para o ensino da geografia. “Não podemos mais mostrar ao estudante o mapa fixo do mundo”, conta o geógrafo Rogério Haesbaert, da Universidade Federal Fluminense (UFF). O aluno fica desesperado para saber, por exemplo, sobre o conflito no Egito. E vive nos cobrando para abordarmos esse ou aquele assunto em sala, conta o professor de geografia Eduardo Torres Gomes, da escola Pueri Domus e do Anglo Vestibulares, de São Paulo.

Desde a queda do muro de Berlim, em 1989, uma combinação de fatores fez eclodir uma nova ordem mundial. Haesbaert, autor de “A Nova Des-ordem Msundial”, em parceria com Carlos Walter Porto-Gonçalves, cita a rearticulação do capitalismo, a desestruturação do ex-bloco socialista, a emergência do terrorismo globalizado e a convivência entre uma maior mistura de culturas e o fortalecimento de movimentos fundamentalistas como principais eventos. Tudo isso conferiu novos recortes à superfície do planeta para além da tradicional divisão em continentes ou em blocos capitalismo x socialismo. Hoje, o poder está mais descentralizado do Estado e vem de diferentes fontes. A atuação dos narcotraficantes, da rede Al Qaeda e das máfias divide a atenção com o novo papel de países como China, Rússia e Índia. “Há poderes (e territórios) paralelos”, diz Haesbaert. “Até mesmo a guerra passou a ser terceirizada e o Estado pode contratar milícias.”

Mais do que saber quais são os Estados que se unificam ou fragmentam, o aluno é compreender os processos em curso. “A minha obrigação é explicar as causas desses rearranjos de territórios. As consequências estão no noticiário da tevê”, conta o professor Gomes. Enxergar as disputas étnicas, de poder, riqueza e território para além dos livros didáticos é um trabalho mais árduo, porém aumenta o capital cultural. Uma necessidade do mundo de hoje.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Formação Continuada EJA

Olá senhores professores

No dia 1/02 os professores de biblioteca, informática, articuladores, secretários e diretores estarão reunidos na Escola Básica Gaspar da Costa Moraes para tratar de assuntos referentes a EJA em 2011.

No dia 2/02 todos os professores deverão comparecer nas suas escolas.

Logo abaixo estamos postando o link com todas as informações sobre a formação continuada referente ao início do ano letivo de 2011.

Link (copie e cole no seu navegador para obter toda a programação).

https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=explorer&chrome=true&srcid=0BxWRn76sxt6iMzUyYTgzMWEtYTIxMS00MTY4LTk4MTctNGVjNGQzODVkMjVi&hl=en&authkey=CIb82_kJ

Olá professores

Estamos iniciando mais um ano letivo. Esperamos que com muita dedicação todos possam desenvolver suas atividades em benefício de nossa comunidade.
A Equipe da Educação de Jovens e Adultos se coloca a disposição de todos aqueles que necessitarem de nossos serviços.
Tenham todos muito sucesso em 2011.

Equipe EJA

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Mensagem aos nossos professores

Queridos professores da EJA, estamos chegando ao final de mais um ano. O ano de 2010 foi um ano de muitas conquistas, pois nossos professores com seus alunos realizaram uma série de trabalhos nas escolas, participaram de atividades de campo, criaram lindas peças teatrais, participaram da campanha DST/AIDS, foram protagonistas da própria formação continuada, escreveram suas histórias de vida... Quantas outras coisas que deixamos aqui de relatar, mas que aconteceram de forma espetacular nas escolas.
Dezenas de senhores e senhoras aprenderam a ler, outras dezenas aprenderam a calcular seus salários, suas contas, a medida de suas casas... Já outros passaram a ver o mundo de maneira diferente a partir da discussão dos conhecimentos históricos-geográficos e assim por diante.
Sabemos que as vezes é difícil... Trabalhar a noite é um pouco cansativo para alguns, estudar também. Mas sabemos que é prazeroso ver os resultados de tudo o que realizamos durante o ano. Querida equipe, 2010 foi um sucesso.
Contamos com a parceria e o compromisso de todos vocês em 2010.
Desejamos a todos um feliz natal e um ano novo repleto de alegria, vitória e paz.

Que Deus abençoe a todos.

Equipe EJA

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Formaturas EJA 2010 - Datas

CAIC - 02/12 - Ângela
Arnaldo Brandão - 06/12 - Valter/Gesiele
Antônio Ramos - 08/12 - Valter/Gesiele
Martinho Gervasi - 08/12 - Ângela
Judith de Oliveira - 09/12 - Ângela
Inês Cristopholini - 09/12 - Sunner
Iolanda Ardigó - 09/12 - Valter/Gesiele
Thereza Bezerra - 10/12 - Ângela
Aníbal Cesar - 10/12 - Valter/Gesiele
Gaspar da Costa Moraes - 13/12 - Ângela/Valter/Gesiele
Olimpio Falconieri - 14/12 - Valter/Gesiele
Avelino Werner - 15/12 - Edilson
CEC - 15/12 - Valter/Gesiele

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Maria de Nazaré Corrêa da Silva conta como está erradicando o analfabetismo no Amazonas

Pessoal... estou postando uma matéria que está publica na Revista Nova Escola. www.revistaescola.abril.com.br. A revista Nova Escola vem publicando materias bem importante sobre a EJA. Confiram no site da revista matérias importantes como essa que estou postando aqui.

Confira na entrevista com a professora da Universidade Estadual do Amazonas (UEA) de que maneira a formação de professores e o combate à evasão têm elevado o número de adultos alfabetizados no estado

Em 2003, 60% dos habitantes do município de Itamarati, distante de Manaus 985 quilômetros por ar e 1.930 por vários rios da região, não sabiam ler nem escrever. Sete anos depois, a cidade recebe o título de Município Livre do Analfabetismo, conferido pelo Ministério da Educação aos que têm menos de 4% de analfabetos. Itamarati, assim como as outras 61 cidades do estado do Amazonas, aderiu ao Programa de Letramento Reescrevendo o Futuro, da Universidade Estadual do Amazonas (UEA), em parceria com a Secretaria do Estado de Educação do Amazonas.

Idealizado e coordenado por Maria de Nazaré Corrêa da Silva, professora da UEA, o Reescrevendo deve encerrar seus trabalhos no início do próximo ano. Até agora, além dos 23 municípios que registram 96% da população alfabetizada, outros 18 já diminuíram essa taxa em 50% e o restante está no caminho. Ao custo de 8 milhões de reais por ano, dividido entre os governos federal, estadual, municipais e a universidade, o programa de letramento ainda está presente em 39 cidades, onde se formarão as últimas turmas. "Os bons resultados se devem à formação de professores para trabalhar com esse público e a ações para combater a evasão", afirma a coordenadora. A seguir, Maria de Nazaré conta detalhes do programa, que já alfabetizou mais de 190 mil alunos, mesmo com as enormes distâncias a enfrentar - por terra, água e ar.

Por que é tão difícil acabar com o analfabetismo
no Brasil?
MARIA DE NAZARÉ CORRÊA DA SILVA O modelo de desenvolvimento econômico do país, da colônia à república, nunca priorizou uma Educação igualitária para a sociedade e a democratização brasileira ainda não deu conta de diminuir as desigualdades sociais. Pensando mais recentemente, a exclusão da Educaçao de Jovens e Adultos (EJA), por dez anos, do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) também é um fator agravante. Ainda temos 63 milhões de brasileiros adultos à espera de concluir o Ensino Fundamental e merecendo espaços e horários dignos para sua formação.

Uma das principais barreiras no combate ao analfabetismo no Brasil é a evasão dos alunos de EJA, que está em cerca de 32%. O Reescrevendo o Futuro registra 7%. Como isso é possível?
NAZARÉ Muitos fatores contribuem para que o adulto abandone a escola: a falta de professores preparados para trabalhar nesse segmento, o material didático inadequado - geralmente o mesmo usado na Educação de crianças - e a falta de uma organização apropriada para atender a esse público. Atraímos os alunos com uma bolsa de 180 reais e criamos condições para evitar as faltas e a evasão. Instituímos aulas aos sábados, em vez de usar o período noturno, pois nosso público é formado basicamente por pescadores e trabalhadores rurais, que acordam muito cedo e à noite estão cansados. Oferecemos duas merendas e montamos turmas de no máximo 30 estudantes, com dois professores com formação específica em sala ao mesmo tempo, para poder dar atenção a todos.

A bolsa é o fator que mais ajuda a manter os alunos em sala de aula?
NAZARÉ Certamente ela funciona como um grande chamariz para muitos, que de início vêm em busca do dinheiro. Contudo, com o tempo e os resultados positivos, a maioria percebe que o ganho com a alfabetização é muito maior. Guajará, por exemplo, teve mil inscritos logo no primeiro ano. O programa foi anunciado em rádios e em carros de som, que percorreram a cidade. Os professores iam de casa em casa efetuar a matrícula. Em três anos, o analfabetismo caiu de 51% para menos de 4% na cidade.

Nunca houve o receio de que alguns estudantes recebessem a bolsa e não aparecessem mais?
NAZARÉ O valor não é disponibilizado de uma vez. O programa de letramento tem duração de seis meses e, por isso, pagamos parcelas mensais de 30 reais - tanto que ficamos conhecidos como o "programa dos 30". A primeira é liberada somente quando o aluno começa a assinar o nome, e a última, ao conseguir elaborar um texto simples, como um bilhete, uma carta ou uma receita. Ambas as avaliações, a inicial e a final, são bem criteriosas e rigorosas.

Como são recrutados os professores alfabetizadores?
NAZARÉ A seleção inicial foi feita entre os alunos do Curso Normal Superior da UEA, que está presente em diversos municípios, priorizando os que frequentam a disciplina Alfabetização de Jovens e Adultos. Eles tinham de ter experiência em EJA e residir no município. Onde não atingimos o número suficiente de docentes, convidamos os professores das redes municipal e estadual. Os alfabetizadores ganham 250 reais por mês e os que têm alunos com deficiência na sala recebem um pouco mais.

É preciso dar formação específica?
NAZARÉ Sim. Em cada cidade, destacamos um pedagogo com pós-graduação para ser o coordenador e supervisor, que também recebe uma bolsa e tem de ir até Manaus uma vez por mês para receber formação - a inicial tem 60 horas e realizamos mais quatro encontros de 20 horas, cada um. Depois, ele forma a equipe do município que vai atuar em sala de aula. No total, capacitamos cerca de 3 mil professores. Muitos deles disseram que foi nos encontros do Reescrevendo que ouviram pela primeira vez falar em hipóteses de escrita e que esse conhecimento os ajudou a alfabetizar as crianças nos primeiros anos do Ensino Fundamental. Em algumas cidades, esses professores são convidados pela Secretaria de Educação a dar a formação que recebem aos colegas da rede. Outros são chamados para organizar a EJA onde não existe essa modalidade e, assim, fazer com que a população leve adiante os estudos.

Qual o papel de cada esfera do governo e da universidade no programa?
NAZARÉ O governo federal é responsável pelo pagamento dos professores e dos formadores. A Secretaria de Estado da Educação cede as escolas da rede para as aulas e cobre os gastos com a merenda e o salário das merendeiras. As prefeituras, por sua vez, são responsáveis pela logística de transporte de alunos e professores, providenciando peruas e barcos onde é preciso, e efetuam a compra dos alimentos na comunidade local. Já a UEA paga a bolsa dos alunos, faz a formação de coordenadores e professores e supervisiona e acompanha o programa.

Quais as dificuldades para coordenar tantas instâncias políticas?
NAZARÉ O governo do Amazonas pediu a todas as universidades do estado para desenvolver um projeto de combate ao analfabetismo para apresentar ao Ministério da Educação (MEC). Portanto, já havia vontade política de executar o trabalho. Nossa proposta foi escolhida e a apresentamos aos prefeitos. Alguns tentaram nos convencer de que na cidade não havia analfabetos, indo contra as estatísticas oficiais. Mas tínhamos os números e não havia como escapar: ou eles aderiam ao Reescrevendo, ou apresentavam um plano próprio, com metas a ser cumpridas e prazos. A adesão ao nosso programa foi de 100%. Ele dura seis meses e o convênio com as prefeituras é renovado enquanto houver analfabetos na cidade interessados em aprender a ler e a escrever. Este ano ainda temos turmas em 39 municípios.

A bolsa é o fator que mais ajuda a manter os alunos em sala de aula?
NAZARÉ Certamente ela funciona como um grande chamariz para muitos, que de início vêm em busca do dinheiro. Contudo, com o tempo e os resultados positivos, a maioria percebe que o ganho com a alfabetização é muito maior. Guajará, por exemplo, teve mil inscritos logo no primeiro ano. O programa foi anunciado em rádios e em carros de som, que percorreram a cidade. Os professores iam de casa em casa efetuar a matrícula. Em três anos, o analfabetismo caiu de 51% para menos de 4% na cidade.

Nunca houve o receio de que alguns estudantes recebessem a bolsa e não aparecessem mais?
NAZARÉ O valor não é disponibilizado de uma vez. O programa de letramento tem duração de seis meses e, por isso, pagamos parcelas mensais de 30 reais - tanto que ficamos conhecidos como o "programa dos 30". A primeira é liberada somente quando o aluno começa a assinar o nome, e a última, ao conseguir elaborar um texto simples, como um bilhete, uma carta ou uma receita. Ambas as avaliações, a inicial e a final, são bem criteriosas e rigorosas.

Como são recrutados os professores alfabetizadores?
NAZARÉ A seleção inicial foi feita entre os alunos do Curso Normal Superior da UEA, que está presente em diversos municípios, priorizando os que frequentam a disciplina Alfabetização de Jovens e Adultos. Eles tinham de ter experiência em EJA e residir no município. Onde não atingimos o número suficiente de docentes, convidamos os professores das redes municipal e estadual. Os alfabetizadores ganham 250 reais por mês e os que têm alunos com deficiência na sala recebem um pouco mais.

É preciso dar formação específica?
NAZARÉ Sim. Em cada cidade, destacamos um pedagogo com pós-graduação para ser o coordenador e supervisor, que também recebe uma bolsa e tem de ir até Manaus uma vez por mês para receber formação - a inicial tem 60 horas e realizamos mais quatro encontros de 20 horas, cada um. Depois, ele forma a equipe do município que vai atuar em sala de aula. No total, capacitamos cerca de 3 mil professores. Muitos deles disseram que foi nos encontros do Reescrevendo que ouviram pela primeira vez falar em hipóteses de escrita e que esse conhecimento os ajudou a alfabetizar as crianças nos primeiros anos do Ensino Fundamental. Em algumas cidades, esses professores são convidados pela Secretaria de Educação a dar a formação que recebem aos colegas da rede. Outros são chamados para organizar a EJA onde não existe essa modalidade e, assim, fazer com que a população leve adiante os estudos.

Qual o papel de cada esfera do governo e da universidade no programa?
NAZARÉ O governo federal é responsável pelo pagamento dos professores e dos formadores. A Secretaria de Estado da Educação cede as escolas da rede para as aulas e cobre os gastos com a merenda e o salário das merendeiras. As prefeituras, por sua vez, são responsáveis pela logística de transporte de alunos e professores, providenciando peruas e barcos onde é preciso, e efetuam a compra dos alimentos na comunidade local. Já a UEA paga a bolsa dos alunos, faz a formação de coordenadores e professores e supervisiona e acompanha o programa.

Quais as dificuldades para coordenar tantas instâncias políticas?
NAZARÉ O governo do Amazonas pediu a todas as universidades do estado para desenvolver um projeto de combate ao analfabetismo para apresentar ao Ministério da Educação (MEC). Portanto, já havia vontade política de executar o trabalho. Nossa proposta foi escolhida e a apresentamos aos prefeitos. Alguns tentaram nos convencer de que na cidade não havia analfabetos, indo contra as estatísticas oficiais. Mas tínhamos os números e não havia como escapar: ou eles aderiam ao Reescrevendo, ou apresentavam um plano próprio, com metas a ser cumpridas e prazos. A adesão ao nosso programa foi de 100%. Ele dura seis meses e o convênio com as prefeituras é renovado enquanto houver analfabetos na cidade interessados em aprender a ler e a escrever. Este ano ainda temos turmas em 39 municípios.

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/modalidades/maria-nazare-correa-silva-conta-como-esta-erradicando-analfabetismo-amazonas-605803.shtml?page=0

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

O Centro Educacional Cacildo Romagnanni (CAIC) convida...


Uma das mais importantes passagens da nossa literatura de cordel,
contada de uma forma diferente, inusitada e instigante.
Venha saber mais sobre o Auto da Compadecida.
Alunos e Equipe da Educação de Jovens e Adulto-CAIC têm o prazer de convidar para a Noite Cultural: teatro, exposição e pré - lançamento dos livros “Contos e Memórias”.
Local: CAIC
Data: 30/11/2010
Horário: 20 horas

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Projeto EJA - Ed. Física - Biblioteca e Informática

Estamos postando o link do modelo de projeto para os professores interessados em atuar na área de Ed. Física, Biblioteca e Informática.

COPIE O LINK E COLE NA BARRA DE ENDEREÇOS

https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=explorer&chrome=true&srcid=0BxWRn76sxt6iMTAyYjE3Y2ItZWVkZC00NWY4LWJhNjItNjBmNmYxYmVkZTZi&hl=en&authkey=CKDI4qMH

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Alunos destaques na PVA - 2º Ciclo

CEC - Marizete dos S. Narciso - 20 pontos

CEC - Maria do Carmo Ossi - 18 pontos

Gaspar - Anônimo - 17 pontos
CEC - Elias Tavares da Silva - 17 pontos
CAIC - Ivete Alves Pereira - 17 pontos
CAIC - Luzia M da Luz - 17 pontos

Gaspar - Anônimo - 16 pontos
CAIC - Elias da Silva - 16 pontos
Judith de Oliveira - Maria de Fátima Machado - 16 pontos
CEC - Anônimo - 16 pontos
CEC - Alcina Gonçalves de Jesus - 16 pontos

CEC - Rafael Pereira - 15 pontos
CEC - Enio Marinho dos Santos - 15 pontos

Classificação Prova 2º Ciclo EJA - 2010

Escola/Pontuação

Centro Educacional de Cordeiros - 14 pontos

CAIC - 13.6 pontos

Gaspar da Costa Moraes - 12.5 pontos

Olímpio F. da Cunha - 9.5 pontos

Judith de Oliveira - 9.0 pontos

Avelino Werner - 8.25 pontos

Aníbal Cesar - 7 pontos

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Desempenho das Escolas no PVA - 4º Ciclo

Unidades Escolar Pontuação

Atenção: Por causa de um erro na listagem a E.B. Aníbal César ficou fora da classificação. O erro já foi eliminado por isso a E.B.A.C. foi incluída nos resultados da avaliação.

Iolanda Ardigó 12.33

Aníbal César 12.26

Inês C. de Freitas 11.46

Centro Educacional de Cordeiros 10.78

Thereza Bezerra 10.77

Avelino Werner 10.70

Gaspar da Costa Moraes 10.21

CAIC 10.03

Martinho Gervási 10.00

Judith D. Oliveira 9.66

Olimpio Falconieri da Cunha 9.35

Antônio Ramos 8.00

Arnaldo Brandão 7.14

ALUNOS DESTAQUES NO PVA - 4º Ciclo

Primeiro
Vanez Müller - Inês C. Freitas - 21 Pontos
José Adriano Borges - Inês C. Freitas - 21 Pontos
Euclides M. F. Junior - Aníbal Cesar - 21 Pontos

Segundo
Eduardo Moraes - Thereza Bezerra - 20 Pontos

Terceiro
Ana Carolina Foster - Antônio Ramos - 19 Pontos
Paulo Hélio do Nascimento -Aníbal Cesar -19 Pontos
Viviane Alexandre - CEC -19 Pontos

Quarto
Izabel Foss - CEC - 18 Pontos
Joelma Aires - Judith de Oliveira - 18 Pontos
Phillipe Cardoso - Aníbal Cesar - 18 Pontos

Quinto
Tainá Vieira Cavalcante Judith de Oliveira - 17 - Pontos
Léa Sturmer Kopp Iolanda Ardigó - 17 - Pontos
Jeniffer de Oliveira Marinho CAIC - 17 - Pontos
Letícia D. Ferreira - Gaspar da C. Moraes - 17 Pontos
Elenice Bastos de Souza - Aníbal Cesar - 17 Pontos
Felipe B. Alves - Aníbal Cesar - 17 Pontos

Sexto
Mariana Mendes - Thereza Bezerra - 16 Pontos
Zulmara Ap. F. dos Passos- CEC - 16 Pontos
Lucas André Furtado - CEC - 16 Pontos
Guilherme M. G. Neves - CEC - 16 Pontos
Leonardo Felício dos Santos -CEC - 16 Pontos

Sétimo
Jacqueline Marques Sampaio -Olímpio F. da Cunha - 15 Pontos
Jonatas Wilhelm - Gaspar da C. Moraes - 15 Pontos
Wilian Souza Vicente - Gaspar da C. Moraes - 15 Pontos
Abimael P. Bonman - Aníbal Cesar - 15 Pontos
Márcia da Silva - CEC - 15 Pontos