segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Mensagem aos nossos professores

Queridos professores da EJA, estamos chegando ao final de mais um ano. O ano de 2010 foi um ano de muitas conquistas, pois nossos professores com seus alunos realizaram uma série de trabalhos nas escolas, participaram de atividades de campo, criaram lindas peças teatrais, participaram da campanha DST/AIDS, foram protagonistas da própria formação continuada, escreveram suas histórias de vida... Quantas outras coisas que deixamos aqui de relatar, mas que aconteceram de forma espetacular nas escolas.
Dezenas de senhores e senhoras aprenderam a ler, outras dezenas aprenderam a calcular seus salários, suas contas, a medida de suas casas... Já outros passaram a ver o mundo de maneira diferente a partir da discussão dos conhecimentos históricos-geográficos e assim por diante.
Sabemos que as vezes é difícil... Trabalhar a noite é um pouco cansativo para alguns, estudar também. Mas sabemos que é prazeroso ver os resultados de tudo o que realizamos durante o ano. Querida equipe, 2010 foi um sucesso.
Contamos com a parceria e o compromisso de todos vocês em 2010.
Desejamos a todos um feliz natal e um ano novo repleto de alegria, vitória e paz.

Que Deus abençoe a todos.

Equipe EJA

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Formaturas EJA 2010 - Datas

CAIC - 02/12 - Ângela
Arnaldo Brandão - 06/12 - Valter/Gesiele
Antônio Ramos - 08/12 - Valter/Gesiele
Martinho Gervasi - 08/12 - Ângela
Judith de Oliveira - 09/12 - Ângela
Inês Cristopholini - 09/12 - Sunner
Iolanda Ardigó - 09/12 - Valter/Gesiele
Thereza Bezerra - 10/12 - Ângela
Aníbal Cesar - 10/12 - Valter/Gesiele
Gaspar da Costa Moraes - 13/12 - Ângela/Valter/Gesiele
Olimpio Falconieri - 14/12 - Valter/Gesiele
Avelino Werner - 15/12 - Edilson
CEC - 15/12 - Valter/Gesiele

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Maria de Nazaré Corrêa da Silva conta como está erradicando o analfabetismo no Amazonas

Pessoal... estou postando uma matéria que está publica na Revista Nova Escola. www.revistaescola.abril.com.br. A revista Nova Escola vem publicando materias bem importante sobre a EJA. Confiram no site da revista matérias importantes como essa que estou postando aqui.

Confira na entrevista com a professora da Universidade Estadual do Amazonas (UEA) de que maneira a formação de professores e o combate à evasão têm elevado o número de adultos alfabetizados no estado

Em 2003, 60% dos habitantes do município de Itamarati, distante de Manaus 985 quilômetros por ar e 1.930 por vários rios da região, não sabiam ler nem escrever. Sete anos depois, a cidade recebe o título de Município Livre do Analfabetismo, conferido pelo Ministério da Educação aos que têm menos de 4% de analfabetos. Itamarati, assim como as outras 61 cidades do estado do Amazonas, aderiu ao Programa de Letramento Reescrevendo o Futuro, da Universidade Estadual do Amazonas (UEA), em parceria com a Secretaria do Estado de Educação do Amazonas.

Idealizado e coordenado por Maria de Nazaré Corrêa da Silva, professora da UEA, o Reescrevendo deve encerrar seus trabalhos no início do próximo ano. Até agora, além dos 23 municípios que registram 96% da população alfabetizada, outros 18 já diminuíram essa taxa em 50% e o restante está no caminho. Ao custo de 8 milhões de reais por ano, dividido entre os governos federal, estadual, municipais e a universidade, o programa de letramento ainda está presente em 39 cidades, onde se formarão as últimas turmas. "Os bons resultados se devem à formação de professores para trabalhar com esse público e a ações para combater a evasão", afirma a coordenadora. A seguir, Maria de Nazaré conta detalhes do programa, que já alfabetizou mais de 190 mil alunos, mesmo com as enormes distâncias a enfrentar - por terra, água e ar.

Por que é tão difícil acabar com o analfabetismo
no Brasil?
MARIA DE NAZARÉ CORRÊA DA SILVA O modelo de desenvolvimento econômico do país, da colônia à república, nunca priorizou uma Educação igualitária para a sociedade e a democratização brasileira ainda não deu conta de diminuir as desigualdades sociais. Pensando mais recentemente, a exclusão da Educaçao de Jovens e Adultos (EJA), por dez anos, do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) também é um fator agravante. Ainda temos 63 milhões de brasileiros adultos à espera de concluir o Ensino Fundamental e merecendo espaços e horários dignos para sua formação.

Uma das principais barreiras no combate ao analfabetismo no Brasil é a evasão dos alunos de EJA, que está em cerca de 32%. O Reescrevendo o Futuro registra 7%. Como isso é possível?
NAZARÉ Muitos fatores contribuem para que o adulto abandone a escola: a falta de professores preparados para trabalhar nesse segmento, o material didático inadequado - geralmente o mesmo usado na Educação de crianças - e a falta de uma organização apropriada para atender a esse público. Atraímos os alunos com uma bolsa de 180 reais e criamos condições para evitar as faltas e a evasão. Instituímos aulas aos sábados, em vez de usar o período noturno, pois nosso público é formado basicamente por pescadores e trabalhadores rurais, que acordam muito cedo e à noite estão cansados. Oferecemos duas merendas e montamos turmas de no máximo 30 estudantes, com dois professores com formação específica em sala ao mesmo tempo, para poder dar atenção a todos.

A bolsa é o fator que mais ajuda a manter os alunos em sala de aula?
NAZARÉ Certamente ela funciona como um grande chamariz para muitos, que de início vêm em busca do dinheiro. Contudo, com o tempo e os resultados positivos, a maioria percebe que o ganho com a alfabetização é muito maior. Guajará, por exemplo, teve mil inscritos logo no primeiro ano. O programa foi anunciado em rádios e em carros de som, que percorreram a cidade. Os professores iam de casa em casa efetuar a matrícula. Em três anos, o analfabetismo caiu de 51% para menos de 4% na cidade.

Nunca houve o receio de que alguns estudantes recebessem a bolsa e não aparecessem mais?
NAZARÉ O valor não é disponibilizado de uma vez. O programa de letramento tem duração de seis meses e, por isso, pagamos parcelas mensais de 30 reais - tanto que ficamos conhecidos como o "programa dos 30". A primeira é liberada somente quando o aluno começa a assinar o nome, e a última, ao conseguir elaborar um texto simples, como um bilhete, uma carta ou uma receita. Ambas as avaliações, a inicial e a final, são bem criteriosas e rigorosas.

Como são recrutados os professores alfabetizadores?
NAZARÉ A seleção inicial foi feita entre os alunos do Curso Normal Superior da UEA, que está presente em diversos municípios, priorizando os que frequentam a disciplina Alfabetização de Jovens e Adultos. Eles tinham de ter experiência em EJA e residir no município. Onde não atingimos o número suficiente de docentes, convidamos os professores das redes municipal e estadual. Os alfabetizadores ganham 250 reais por mês e os que têm alunos com deficiência na sala recebem um pouco mais.

É preciso dar formação específica?
NAZARÉ Sim. Em cada cidade, destacamos um pedagogo com pós-graduação para ser o coordenador e supervisor, que também recebe uma bolsa e tem de ir até Manaus uma vez por mês para receber formação - a inicial tem 60 horas e realizamos mais quatro encontros de 20 horas, cada um. Depois, ele forma a equipe do município que vai atuar em sala de aula. No total, capacitamos cerca de 3 mil professores. Muitos deles disseram que foi nos encontros do Reescrevendo que ouviram pela primeira vez falar em hipóteses de escrita e que esse conhecimento os ajudou a alfabetizar as crianças nos primeiros anos do Ensino Fundamental. Em algumas cidades, esses professores são convidados pela Secretaria de Educação a dar a formação que recebem aos colegas da rede. Outros são chamados para organizar a EJA onde não existe essa modalidade e, assim, fazer com que a população leve adiante os estudos.

Qual o papel de cada esfera do governo e da universidade no programa?
NAZARÉ O governo federal é responsável pelo pagamento dos professores e dos formadores. A Secretaria de Estado da Educação cede as escolas da rede para as aulas e cobre os gastos com a merenda e o salário das merendeiras. As prefeituras, por sua vez, são responsáveis pela logística de transporte de alunos e professores, providenciando peruas e barcos onde é preciso, e efetuam a compra dos alimentos na comunidade local. Já a UEA paga a bolsa dos alunos, faz a formação de coordenadores e professores e supervisiona e acompanha o programa.

Quais as dificuldades para coordenar tantas instâncias políticas?
NAZARÉ O governo do Amazonas pediu a todas as universidades do estado para desenvolver um projeto de combate ao analfabetismo para apresentar ao Ministério da Educação (MEC). Portanto, já havia vontade política de executar o trabalho. Nossa proposta foi escolhida e a apresentamos aos prefeitos. Alguns tentaram nos convencer de que na cidade não havia analfabetos, indo contra as estatísticas oficiais. Mas tínhamos os números e não havia como escapar: ou eles aderiam ao Reescrevendo, ou apresentavam um plano próprio, com metas a ser cumpridas e prazos. A adesão ao nosso programa foi de 100%. Ele dura seis meses e o convênio com as prefeituras é renovado enquanto houver analfabetos na cidade interessados em aprender a ler e a escrever. Este ano ainda temos turmas em 39 municípios.

A bolsa é o fator que mais ajuda a manter os alunos em sala de aula?
NAZARÉ Certamente ela funciona como um grande chamariz para muitos, que de início vêm em busca do dinheiro. Contudo, com o tempo e os resultados positivos, a maioria percebe que o ganho com a alfabetização é muito maior. Guajará, por exemplo, teve mil inscritos logo no primeiro ano. O programa foi anunciado em rádios e em carros de som, que percorreram a cidade. Os professores iam de casa em casa efetuar a matrícula. Em três anos, o analfabetismo caiu de 51% para menos de 4% na cidade.

Nunca houve o receio de que alguns estudantes recebessem a bolsa e não aparecessem mais?
NAZARÉ O valor não é disponibilizado de uma vez. O programa de letramento tem duração de seis meses e, por isso, pagamos parcelas mensais de 30 reais - tanto que ficamos conhecidos como o "programa dos 30". A primeira é liberada somente quando o aluno começa a assinar o nome, e a última, ao conseguir elaborar um texto simples, como um bilhete, uma carta ou uma receita. Ambas as avaliações, a inicial e a final, são bem criteriosas e rigorosas.

Como são recrutados os professores alfabetizadores?
NAZARÉ A seleção inicial foi feita entre os alunos do Curso Normal Superior da UEA, que está presente em diversos municípios, priorizando os que frequentam a disciplina Alfabetização de Jovens e Adultos. Eles tinham de ter experiência em EJA e residir no município. Onde não atingimos o número suficiente de docentes, convidamos os professores das redes municipal e estadual. Os alfabetizadores ganham 250 reais por mês e os que têm alunos com deficiência na sala recebem um pouco mais.

É preciso dar formação específica?
NAZARÉ Sim. Em cada cidade, destacamos um pedagogo com pós-graduação para ser o coordenador e supervisor, que também recebe uma bolsa e tem de ir até Manaus uma vez por mês para receber formação - a inicial tem 60 horas e realizamos mais quatro encontros de 20 horas, cada um. Depois, ele forma a equipe do município que vai atuar em sala de aula. No total, capacitamos cerca de 3 mil professores. Muitos deles disseram que foi nos encontros do Reescrevendo que ouviram pela primeira vez falar em hipóteses de escrita e que esse conhecimento os ajudou a alfabetizar as crianças nos primeiros anos do Ensino Fundamental. Em algumas cidades, esses professores são convidados pela Secretaria de Educação a dar a formação que recebem aos colegas da rede. Outros são chamados para organizar a EJA onde não existe essa modalidade e, assim, fazer com que a população leve adiante os estudos.

Qual o papel de cada esfera do governo e da universidade no programa?
NAZARÉ O governo federal é responsável pelo pagamento dos professores e dos formadores. A Secretaria de Estado da Educação cede as escolas da rede para as aulas e cobre os gastos com a merenda e o salário das merendeiras. As prefeituras, por sua vez, são responsáveis pela logística de transporte de alunos e professores, providenciando peruas e barcos onde é preciso, e efetuam a compra dos alimentos na comunidade local. Já a UEA paga a bolsa dos alunos, faz a formação de coordenadores e professores e supervisiona e acompanha o programa.

Quais as dificuldades para coordenar tantas instâncias políticas?
NAZARÉ O governo do Amazonas pediu a todas as universidades do estado para desenvolver um projeto de combate ao analfabetismo para apresentar ao Ministério da Educação (MEC). Portanto, já havia vontade política de executar o trabalho. Nossa proposta foi escolhida e a apresentamos aos prefeitos. Alguns tentaram nos convencer de que na cidade não havia analfabetos, indo contra as estatísticas oficiais. Mas tínhamos os números e não havia como escapar: ou eles aderiam ao Reescrevendo, ou apresentavam um plano próprio, com metas a ser cumpridas e prazos. A adesão ao nosso programa foi de 100%. Ele dura seis meses e o convênio com as prefeituras é renovado enquanto houver analfabetos na cidade interessados em aprender a ler e a escrever. Este ano ainda temos turmas em 39 municípios.

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/modalidades/maria-nazare-correa-silva-conta-como-esta-erradicando-analfabetismo-amazonas-605803.shtml?page=0

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

O Centro Educacional Cacildo Romagnanni (CAIC) convida...


Uma das mais importantes passagens da nossa literatura de cordel,
contada de uma forma diferente, inusitada e instigante.
Venha saber mais sobre o Auto da Compadecida.
Alunos e Equipe da Educação de Jovens e Adulto-CAIC têm o prazer de convidar para a Noite Cultural: teatro, exposição e pré - lançamento dos livros “Contos e Memórias”.
Local: CAIC
Data: 30/11/2010
Horário: 20 horas

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Projeto EJA - Ed. Física - Biblioteca e Informática

Estamos postando o link do modelo de projeto para os professores interessados em atuar na área de Ed. Física, Biblioteca e Informática.

COPIE O LINK E COLE NA BARRA DE ENDEREÇOS

https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=explorer&chrome=true&srcid=0BxWRn76sxt6iMTAyYjE3Y2ItZWVkZC00NWY4LWJhNjItNjBmNmYxYmVkZTZi&hl=en&authkey=CKDI4qMH

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Alunos destaques na PVA - 2º Ciclo

CEC - Marizete dos S. Narciso - 20 pontos

CEC - Maria do Carmo Ossi - 18 pontos

Gaspar - Anônimo - 17 pontos
CEC - Elias Tavares da Silva - 17 pontos
CAIC - Ivete Alves Pereira - 17 pontos
CAIC - Luzia M da Luz - 17 pontos

Gaspar - Anônimo - 16 pontos
CAIC - Elias da Silva - 16 pontos
Judith de Oliveira - Maria de Fátima Machado - 16 pontos
CEC - Anônimo - 16 pontos
CEC - Alcina Gonçalves de Jesus - 16 pontos

CEC - Rafael Pereira - 15 pontos
CEC - Enio Marinho dos Santos - 15 pontos

Classificação Prova 2º Ciclo EJA - 2010

Escola/Pontuação

Centro Educacional de Cordeiros - 14 pontos

CAIC - 13.6 pontos

Gaspar da Costa Moraes - 12.5 pontos

Olímpio F. da Cunha - 9.5 pontos

Judith de Oliveira - 9.0 pontos

Avelino Werner - 8.25 pontos

Aníbal Cesar - 7 pontos

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Desempenho das Escolas no PVA - 4º Ciclo

Unidades Escolar Pontuação

Atenção: Por causa de um erro na listagem a E.B. Aníbal César ficou fora da classificação. O erro já foi eliminado por isso a E.B.A.C. foi incluída nos resultados da avaliação.

Iolanda Ardigó 12.33

Aníbal César 12.26

Inês C. de Freitas 11.46

Centro Educacional de Cordeiros 10.78

Thereza Bezerra 10.77

Avelino Werner 10.70

Gaspar da Costa Moraes 10.21

CAIC 10.03

Martinho Gervási 10.00

Judith D. Oliveira 9.66

Olimpio Falconieri da Cunha 9.35

Antônio Ramos 8.00

Arnaldo Brandão 7.14

ALUNOS DESTAQUES NO PVA - 4º Ciclo

Primeiro
Vanez Müller - Inês C. Freitas - 21 Pontos
José Adriano Borges - Inês C. Freitas - 21 Pontos
Euclides M. F. Junior - Aníbal Cesar - 21 Pontos

Segundo
Eduardo Moraes - Thereza Bezerra - 20 Pontos

Terceiro
Ana Carolina Foster - Antônio Ramos - 19 Pontos
Paulo Hélio do Nascimento -Aníbal Cesar -19 Pontos
Viviane Alexandre - CEC -19 Pontos

Quarto
Izabel Foss - CEC - 18 Pontos
Joelma Aires - Judith de Oliveira - 18 Pontos
Phillipe Cardoso - Aníbal Cesar - 18 Pontos

Quinto
Tainá Vieira Cavalcante Judith de Oliveira - 17 - Pontos
Léa Sturmer Kopp Iolanda Ardigó - 17 - Pontos
Jeniffer de Oliveira Marinho CAIC - 17 - Pontos
Letícia D. Ferreira - Gaspar da C. Moraes - 17 Pontos
Elenice Bastos de Souza - Aníbal Cesar - 17 Pontos
Felipe B. Alves - Aníbal Cesar - 17 Pontos

Sexto
Mariana Mendes - Thereza Bezerra - 16 Pontos
Zulmara Ap. F. dos Passos- CEC - 16 Pontos
Lucas André Furtado - CEC - 16 Pontos
Guilherme M. G. Neves - CEC - 16 Pontos
Leonardo Felício dos Santos -CEC - 16 Pontos

Sétimo
Jacqueline Marques Sampaio -Olímpio F. da Cunha - 15 Pontos
Jonatas Wilhelm - Gaspar da C. Moraes - 15 Pontos
Wilian Souza Vicente - Gaspar da C. Moraes - 15 Pontos
Abimael P. Bonman - Aníbal Cesar - 15 Pontos
Márcia da Silva - CEC - 15 Pontos

AVISOS

- Dia primeiro de novembro não haverá aula (emenda de feriado).
- Articuladoras: avisar as pessoas que ganharam ingresso (no dia da reunião do provão)para o Teatro, no dia 30/10/10, às 18 horas; que o mesmo ingresso será válido para às 13 horas, pois o espetáculo das 18 horas foi cancelado.

Equipe EJA

domingo, 24 de outubro de 2010

Cultura Açoriana é tema das aulas do mês de outubro no CEC

Mais uma vez a EJA está inserida no contexto social, participando ativamente dos momentos culturais de Itajaí. O CEC está sempre na frente e presente nos acontecimentos que movimentam a cidade. No último dia 20/10, alunos e professores do Centro Educacional de Cordeiros foram até a MAREJADA,
vivenciar na prática os estudos referente a cultura açoriana. Nesta visita os alunos puderam interagir com as diversas apresentações culturais presentes na festa. Entre os temas estudados ao longo do mês de outubro, estão: localização geográfica das ilhas dos açores; colonização do litoral catarinense, tradições e costumes como:
boi de mamão, festa do divino, gastronomia portuguesa; pesca/economia; origem e histórico da Marejada entre outros.
"Trouxemos os alunos pra aprender sobre o artesanato, a gastronomia, os costumes", disse o articulador do CEC, Paulo Sérgio Cabral.
A professora Neusa Goes, 55, comenta que muitos estudantes, apesar de morarem em Itajaí, ainda não conheciam a festa. É o caso da dona de casa Gilda Maria dos Santos, 51, que ao ser questionada sobre o que achava da festa disse: "To achando lindo".
A culminância dos estudos realizados ao longo do mês acontece no próximo dia 29, na própria escola, com degustação de pratos típicos da cultura açoriana, como peixe assado na brasa com pirão d’água.

Cultura Açoriana é tema das aulas do mês de outubro no CEC - Visita a Marejada




Aula - Início 4º Bimestre - CEC

Foi realizada no último dia 04 de outubro a aula inaugural do 4º bimestre no Centro Educacional de Cordeiros. Nesta aula a professora Elizete (história/geografia), do 4º ciclo, realizou a dinâmica da rede, com objetivo de oferecer aos Jovens e Adultos oportunidade para a reconstrução da sua identidade e da auto-estima, pensando dessa forma, a professora deu início aos trabalhos do último bimestre
do ano, motivando e estimulando nossos alunos e mostrando para que veio. Aproveitando a oportunidade o CEC parabeniza a professora e deseja a todos um ótimo bimestre.

Aula - Início 4º Bimestre

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Atividades na EJA da EB Olímpio Falconieri Parte 2

Estamos postando a segunda parte das atividades desenvolvidas pela Equipe de Professores da Escola Básica Olímpio Falconieri - EJA, Itajaí - SC.
A Equipe EJA agradece a professora Adriana Rayson e a produtora do video Mayara Rayson que disponibilzaram o vídeo.

Atividades na EJA da EB Olímpio Falconieri

Estamos postando algumas atividades desenvolvidas na EJA da Escola Básica Olímpio Falconieri.
A Equipe EJA agradece a colaboração da professora Adriana Rayson e a produtora do vídeo Mayara Rayson que disponibilizaram o trabalho para todos os nossos professores e alunos da EJA Itajaí.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

NOVO RODÍZIO DE PROFESSORES

Atenção articuladoras e professores,
estamos postando o rodízio de professores do quarto bimestre 2010.

Para acessar click aqui... https://docs.google.com/fileview?id=0BxWRn76sxt6iMTBhMjIxN2QtYTFiOS00YTk1LWJhMzAtOWUyZjRjZTIyMjlj&hl=en&authkey=CP25p98G

Equipe EJA

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Aviso para as Secretárias

Hoje numa reunião com o setor de informatização ficou decidido que os secretários deverão digitar as notas no sistema normalmente. Mas não deverão deixar de fazer seus registros nos documentos que a Supervisão da EJA solicita.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

EJA NO CCI

A sala de Educação de Jovens e Adultos no Centro de Convivência do Idoso (CCI) é um exemplo de inclusão da terceira idade. Atualmente a sala atende aproximadamente 55 alunos, que se revezam em dois turnos (matutino e vespertino). É um atendimento totalmente diferenciado (aulas dinâmicas, trabalhos de campo, apresentações, entre outros) e por isso nosso respeito ao trabalho das professoras Iná, Miriam e da Coordenadora Sônia.
Na Europa esse tipo de atendimento já é desenvolvido há algum tempo, pois grande parte da população é idosa (fenômeno que vem ocorrendo também no Brasil) e por isso programas de atendimento a essa parcela da população tem sido prioridade naquele continente.
A cidade de Itajaí possui um CCI que atende aproximadamente 250 idosos. No CCI os idosos tem uma programação de atividades diversificada como: passeios, aulas – EJA -, laboterapia (horta, marcenaria, pintura, bordados...), danças, assistem filmes, além de criarem novos laços de amizades.
Ao chegar no CCI os idosos participam do café da manhã, depois se envolvem com as atividades, almoçam e continuam realizando as atividades até o café da tarde.
No ambiente é possível perceber o comprometimento da equipe de trabalho e a satisfação dos idosos em participarem das atividades do CCI.
Que outros CCIs sejam abertos em Itajaí.
Sucesso para toda a equipe.