sexta-feira, 28 de junho de 2013

Bolsista do PIBID realizam festa no Arraiá da E.B. do Gaspar da Costa Moraes


Dia, 12/06/2013, os alunos da EJA, timidamente foram chegando, e procurando uma forma para se produzirem para a festa junina tão aguardada por muitos. Nosso projeto foi desenvolvido durante cinco semanas e como objetivo principal o Resgate as tradições das Festas Juninas no âmbito escolar. A partir daí visamos proporcionar a socialização dos alunos, a descontração e o lazer, identificando o folclore através de danças típicas como o fator de importância em nossa cultura e  desenvolver a socialização dos alunos, incentivando o trabalho em grupo. Foi trabalhoso, pois durante os ensaios, alunos faltavam, desistiam, retornavam, e assim foi até o dia decisivo da festa. Desenvolvemos nesse projeto, confecção de bandeiras e balão para a decoração, ensaio da quadrilha e casamento junino com dramatização, brincadeiras e para a degustação, os alunos trouxeram pratos típicos como bolos de milho e de fubá, pipoca e cachorro quente oferecido pela escola, paçoca, pé de moleque, pirulitos e refrigerante. Foi farta a mesa de degustação, e todos ficaram satisfeitos.

A alegria logo tomou conta do espaço escolar, e iniciou as brincadeiras, casamento, dança, concurso e após a comilança, com organização, colaboração dos alunos.

 
Relatório da Equipe do PIBID, EJA.

Bolsistas:

Viviane Carlotto (ID),

Núbia Maiara Garcia Páio Ferreira(ID),

Glaucia Fernanda Marostica (ID),

Leidi Carla Almeida (ID),

Sueli Fitz (ID),

Profª:  Marilsa Aparecida da Silva (professora Orientadora)

Tânia Regina Raitz (Coordenadora do PIBID EJA).
 
Fotos
 








 

quarta-feira, 19 de junho de 2013

EDUCAÇÃO FISCAL NA EJA DA ESCOLA BÁSICA GASPAR DA COSTA MORAES


A Educação Fiscal é um processo que visa à construção de uma consciência voltada ao exercício da cidadania. O objetivo é oportunizar a participação do cidadão no funcionamento e aperfeiçoamento dos instrumentos de controles social e fiscal do Estado. O tributo é um instrumento que pode e deve ser utilizado para promover as mudanças e reduzir as desigualdades sociais, e o cidadão, consciente da função social do tributo como forma de redistribuição de renda e amenização do sofrimento dos menos favorecidos através da educação e saúde, estará apto para participar do processo de arrecadação, aplicação e fiscalização do dinheiro público.

Sendo a escola um espaço de produção e socialização de conhecimentos, é sua função oferecer instrumentos que contribuam cada vez mais para a formação do cidadão pleno.

Nesse bimestre foram realizados estudos sobre o tema através de: palestras, relatórios, coleta de dados e produção de gráficos, acrósticos, paródias, leitura, interpretação e produção textual.

Após estudos realizados organizamos um encerramento para que os estudantes pudessem apresentar aos seus colegas os trabalhos realizados.

As apresentações foram teatro e paródias sobre pirataria, com os alunos do 5º Ciclo.

Através dessas apresentações pudemos perceber que aconteceu o aprendizado, pois ficou muito claro as mensagens que quiseram passar.

A equipe da EJA da escola parabeniza aos alunos pela maravilhosa apresentação.

Vocês foram SHOW!

Equipe EJA da Escola Gaspar da Costa Moraes:

Diretora: Valéria Regina Albino

Secretária: Patrícia Aparecida Antunes de Lima

Articuladora: Aline Valdameri

Professores: Mara Lúcia Formento, Marilsa Aparecida da Silva, Rosane da Rocha Farias, Micheline Mezencio, Maria Heloisa Furtado Lensi.
 
MOMENTOS...
 
 Cenário do Teatro sobre educação fiscal

Alunos participando do teatro sobre educação fiscal


 Alunos participando do teatro sobre educação fiscal


 Alunos participando do teatro sobre educação fiscal


 Alunos participando do teatro sobre educação fiscal


 Alunos participando do teatro sobre educação fiscal


Música elaborada pelos alunos sobre educação físcal

 
Trabalhos escolares desenvolvidos pelos alunos sobre educação fiscal

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Alunos da EJA do Centro Educacional Pedro Rizzi (Itajaí), reuniram-se para refletir sobre a semana do meio ambiente

     Mediados pelo professor Leo, professor da disciplina de Matemática da EJA e orientador do grupo de estagiárias de Pedagogia (PIBID), ORGANIZARAM UM MOMENTO DE REFLEXÃO A PARTIR DO VÍDEO: CARTA ESCRITA NO ANO DE 2070. Tal vídeo em questão narra a desvalorização da ÁGUA pelo homem. Todas as 7 turmas vivenciaram o vídeo, participando de um debate, manifestando a sua opinião. Em seguida, fizemos o plantio de uma linda muda de ipê amarelo, que ficará em nosso pátio, abrilhantando nossas noites. Os alunos também conheceram um pouco do trabalho do Viveiro Fazenda Nativa e Parque do atalaia, haja visto que mesmo estando tão pertinho da gente, ainda não tiveram oportunidade de conhecer, mas farão em breve. E para finalizar, receberam mudas de pitanga, goiaba, urucum, pitanga, mais de 250 mudas distribuídas.
 
    O vídeo trabalhado com os alunos foi este:
 
    Parabéns a equipe do Centro Educacional Pedro Rizzi que vem desenvolvendo um trabalho sério/competente na Educação de Jovens e Adultos.
 

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Alunos do PIBID UNIVALI realizam Café Literário “A música contada em versos” na Escola Básica Gaspar da Costa Moraes

Os alunos da Univali que participam do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid), orientados pela professora Marilsa Aparecida da Silva da Escola Básica Gaspar da Costa Moraes (bairro Fazenda, Itajaí, SC), realizaram o primeiro CAFÉ LITERÁRIO "A MÚSICA CONTADA EM VERSOS". O evento contou com a efetiva participação dos alunos da Educação de Jovens e Adultos da Unidade.
 
 O objetivo do trabalho foi o de ouvir/ler as letras de diferentes musicas e recitar a poesia desta letra, por meio de atividades culturais e literarias, na perspectiva de facilitar o aprendizado utilizando linguagens alternativas.
 
Veja o relato da professora e das acadêmicas envolvidas no projeto:
 
"A poesia chegou para os alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA), com a finalidade única de motivação  e valorização  dos saberes que os alunos e alunas trazem para a sala de aula. Quando assistimos a um filme ou telenovela que nos encanta, emociona, diverte, compartilhamos com os outros esses sentimentos e tentamos convencê-los de que vale a pena também viver essa experiência. O mesmo acontece quando ouvimos uma música, pois certas letras musicais nos são tão significativas que nos fazem ouvi-las repetidas vezes e mesmo indicá-las para outros com a finalidade de partilhar esse sentimento. A música “Cidadão” cantada por  Zé Ramalho, mostrou ser significativa principalmente para os adultos, pois alguns grupos a escolheram e não aceitaram a proposta de trocar por outra letra, o que reafirma que mesmo ouvindo repetidas vezes as apresentações são diferenciadas.
O acesso ao universo letrado, cultural e artístico, proporciona a esses alunos, desde seu ingresso, contato com os mais variados suportes culturais, pois entendemos que ler e escrever transcende a mera decodificação, visto que é no mundo escrito e lido que se arquiva o saber acumulado pela humanidade. Cada aluno(a) /sujeito histórico constrói seus próprios  conceitos pessoais,  a partir de seus conhecimentos passa de um sujeito passivo a um ser crítico diante da sociedade. Desta forma, buscamos incorporar atividades relacionadas à formação estética constituindo também objetivo do PIBID Pedagogia EJA, no uso linguagens alternativas. A inserção destas atividades facilita o aprendizado de estudantes mais velhos que geralmente têm mais proximidade com a cultura popular."
  A seguir as fotos de alguns dos bons momentos do Café Literário "a música contada em versos".
 
 
Abertura Musical

Bastidores - Ensaio
 
 
Hora do "Show"

Participação dos alunos
 
O evento...

Equipe do PIBID Univali no Gaspar da Costa Moraes
 
 
Participação dos alunos da EJA

Participação dos alunos da EJA
 
 
Curiosidade...
 

Participação dos alunos da EJA
 
 
 Parabéns a toda a Equipe da Escola Básica Gaspar da Costa Moraes e em Especial a Equipe do PIBID.
 
Equipe PIBID EJA
Tânia Regina Raitz (Coordenadora - Univali),
Marilsa Aparecida da Silva (Professora Orientadora),
Glaucia Fernanda Marostica (Acadêmica),
Leidi Carla Almeida (Acadêmica),
Núbia Maiara Garcia Páio Ferreira (Acadêmica),
Sueli Fitz (Acadêmica),
Viviane Carlotto (Acadêmica).


quinta-feira, 25 de abril de 2013

Alunos do PIBID UNIVALI (Pedagogia) em Parceria com professor de Matemática do C.E. Pedro Rizzi participam do Ciclo de Palestras "Conhecendo o Parque Dom Bosco"


EJA – EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

PROJETO EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: Um novo olhar

Parceria: PIBID – PEDAGOGIA UNIVALI, PARQUE DOM BOSCO

Professor responsável: Professor Leo


CICLO DE PALESTRAS: Conhecendo o Parque Dom Bosco


“Uma casa sem música é igual a um corpo sem alma”. Foi a partir destas palavras que se iniciou o Círculo de palestras referentes ao nosso Projeto Educação Profissional: Um novo olhar, o projeto visa instigar cada vez mais nosso jovens a dar uma continuidade aos seus estudos, abrindo novas perspectivas de projeto de vida e de constante formação profissional. Para tanto, iremos conhecer diversas entidades, cursos e agências que primam pela gestão de pessoas.
Em uma noite muito aconchegante, recebemos a visita da equipe do Parque Dom Bosco que a 52 anos presta serviços à comunidade. Primeiramente assistimos a um vídeo institucional, conhecemos a história de seu fundador. Em seguida aprendemos sobre a missão, a visão, conhecendo as rotinas diárias do Parque e seus programas. Neste momento conhecemos um pouco sobre as oficinas:

·         Oficinas alternativas.

·         Oficinas de Qualificação Profissional.

·         Oficinas Jovens aprendizes.

Em seguida ouvimos depoimentos de alunos que cresceram no Parque e que têm experiências de sucesso profissional. Vimos que o  Parque não é apenas uma escola, mas sim uma casa que acolhe. Ficamos atentos quando ouvimos de um jovem que falou sobre as perspectivas de emprego e o mais importante: Não iremos ficar jovens por toda a vida!
 
A todo momento observava a participação dos nosso alunos da Educação de Jovens e adultos estudantes dos 4º ciclos e 5º ciclos, seus olhos brilhantes, sedentos de informação, participativos, comprometidos com a atividade proposta pelo Professor da disciplina de Matemática: Leo. È muito gratificante fazer parte deste time.
 
 

terça-feira, 23 de abril de 2013

Alunos do C.E. Pedro Rizzi trabalham por meio da dinâmica: juros simples no cotidiano – 5º Ciclo B


Vivemos em uma sociedade extremamente consumista, onde nos deparamos constantemente com taxas de juros nas mais diversas situações financeiras. Pensando nisso, desenvolvemos esta dinâmica, onde os alunos foram orientados a perceberem e calcularem produtos com juros simples.
Os alunos formaram grupos com 05 integrantes cada, sendo estes designados de  grupos de gerentes, clientes e auditores. Os objetivos eram trabalhar com o conceito de juros simples e desenvolver o hábito de pesquisa de preços e cálculos de juros.
Os grupos desta dinâmica tinham duas propostas de compra (para os auditores e clientes) e venda (para os gerentes) de 01 TV de 42”. Todos deveriam efetuar os cálculos para cumprirem com suas metas.
Os gerentes calcularam as duas propostas de vendas e destacaram o produto com o juro maior.

Os clientes por sua vez calcularam demonstraram o produto com juro menor;

Os auditores calcularam e avaliaram se os clientes fizeram realmente uma boa compra, demonstrando a opção correta da mesma.

Após efetuarem os cálculos e descobrirem a melhor opção, cada grupo demonstrou os cálculos desenvolvidos no quadro e o porquê da escolha deste produto.
 
Todos participaram e perceberam a importância de se calcular os juros para que façam uma boa compra.





Alunos do Pedro Rizzi participam da exposição sobre a História dos Livros


No dia vinte e dois de março, os alunos do 1º,2º e 5º ciclos da EJA do Centro Educacional Pedro Rizzi foram à Biblioteca Publica a fim de visitar a exposição sobre a História dos Livros, uma pesquisa de Carlos Henrique Shroeder.Na ocasião foram recepcionados pelo professor IVAN Serpa,funcionários da biblioteca  e pelos músicos Giovanni Sagaz e Rafael Petry que com seus instrumentos:piano e arcodeom  agraciaram os alunos com belas apresentações de autores como Chiquinha Gonzaga,destacando as músicas :Brejeiro,Tico tico no fubá entre outras.Os alunos apreciaram a apresentação não só aplaudindo como mantendo um diálogo com os músicos sobre sua arte. Após,visitaram a biblioteca,assim como apreciaram a exposição e se encantaram com os livros e todo o ambiente motivador que a biblioteca proporciona.Com certeza este dia ficará marcado para estes alunos!


segunda-feira, 8 de abril de 2013

Palestras no CEC


O CEC  desenvolveu no transcorrer do primeiro bimestre o tema gerador "O Mercado de trabalho" no contexto das atividades complementares no âmbito curricular da EJA. 

            Em pleno século XXI, o mercado de trabalho se estabelece num sistema típico, onde se negocia, a fim  de determinar os preços e as quantidades a transacionar.

            O que mais afeta a sociedade mercadológica são as variações em termos de profissões, pois existe uma demanda praticamente saturada sem a devida qualificação permanente, principalmente na   faixa etária juvenil.  Um dos critérios importantes deste referido tema é a chamada responsabilidade na escolha profissional respeitando-se os direitos de todos os seres humanos e cumprindo-se com os  deveres com fidelidade.

            Este projeto visou a implementação

de ações voltadas ao conhecimento diversificado (teórico e prático) visando a preparação para o ingresso no mercado de trabalho.

            Em 21/03/2013, a  Equipe Pedagógica do CEC desenvolveu nesta primeira etapa do Projeto as palestras com diferentes profissionais nas áreas de Direito, Poder Público Municipal, Artesanato, Segurança Pública e Relações Internacionais, respectivamente com as presenças:

 

            Dr. Allan Rodrigue Hoffman

            Vereador: Douglas Cristino da Silva

            Artesã: Roselaine da Silva

            Policial: Aldo Antônio dos Santos Junior

            Professora: Kassia dos Santos
 
            O projeto terá continuidade nos bimestres seguintes. Esperamos estar aliando teoria x prática e desta forma conbribuindo com a construção de uma sociedade melhor.
 
 
 

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Educar jovens e adultos: o resultado vem da vivência de cada aluno

Olá professores,
encontramos este material muito interessante no site www.portaleducação.com.br. Este site tem uma série de outros artigos interessantes. Vale a pena conferir.

O artigo a seguir é assinado por: Deise Teresinha Radmann Cunha

O homem nasceu para ir além de si mesmo. Em suas infinitas possibilidades de ser estão plantadas as sementes da mudança constante,, do crescimento, da ampliação da consciência, da lucidez dos sentimentos e do poder de ser o que realmente é. (LUCCA, 2001, p.9)

Sabendo que o homem é um ser dotado de inteligência, acreditamos que ele possa sempre ir além dos desafios propostos. Essa capacidade de crescimento é natural de qualquer um de nós, basta nos ser dada oportunidades.
Os alunos das classes de Educação de Jovens e Adultos (EJA) ao chegarem na escola possuem uma bagagem histórica de experiências e conhecimentos acumulados e reflexões sobre a sociedade em geral. É importante lembrar que o adulto se insere no mundo das relações interpessoais de uma forma diferente das crianças é essa visão diferenciada, que explorada da maneira correta, lhes permitirá avançar cognitivamente.

Para tanto, é preciso que as situações de aprendizagem levem em conta essas peculiaridades tão comuns em suas rotinas. Esse será o diferencial para uma maior capacidade de reflexão sobre o conhecimento e sobre seus próprios processos de aprendizagem. No entanto a escola é um lugar privilegiado para transformar o indivíduo. Para que aconteça essa mudança é necessário que a sociedade mude. Pois essa ação ocorrendo apenas no indivíduo torna-se antissocial.

Conforme já nos dizia FREIRE: Uma escola que, continuando a ser um tempo-espaço de produção de conhecimento em que se ensina em que se aprende, compreende, contudo, ensinar e aprender de forma diferente. Em que ensinar já não pode ser este esforço de transmissão do chamado saber acumulado, que faz uma geração à outra, e aprender não é a pura recepção do objeto ou do conteúdo transferido. (FREIRE, 1997, P. 5)

Muito se têm discutido sobre as possibilidades de desenvolvimento e aprendizagem dos jovens e adultos, uma vez que possuem peculiaridades em seu modo de funcionamento intelectual, em grande medida atribuíveis a sua falta de escolaridade anterior, mas também a características do modo de vida de seu grupo de origem. Assim, se esses adultos "não pensam de forma apropriada ou não são capazes de aprender adequadamente" , isso se deve a sua pertinência a um grupo cultural específico.

Subjacente a essa abordagem está uma postulação bastante determinista, que correlaciona, de forma estática, traços do psiquismo com fatores culturais que os determinariam. Porém esse fator não é motivo para que ocorra um trato infantilizado. Essa ideia equivocada nasce ao associar com o fato de querer se dar ao estudante o que ele não teve quando criança. Para que os alunos conquistem sucesso durante o tempo em que cursam a EJA, é preciso mudar a abordagem e, muitas vezes, o conteúdo. Trabalhar com material didático adequado, levando em conta os conhecimentos prévios. Essa modalidade de ensino deve ser vista como um atendimento específico, com um currículo próprio. O educador deve se propor a ousar e em discussões científicas, ir além do que iria com uma criança. Cabe salientar que, embora haja a necessidade de se respeitar as vivências prévias para qualquer nível da escolarização, no caso de Jovens e Adultos, esse é um fator determinante.


Fonte:  http://www.portaleducacao.com.br/pedagogia/artigos/23069/educar-jovens-e-adultos-o-resultado-vem-da-vivencia-de-cada-aluno#ixzz2PFfStOm6

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Ações para combater a evasão na EJA

Olá professores e Articuladores,
Estamos postando um material muito rico sobre como evitar a evasão publicado na REVISTA NOVA ESCOLA (http://revistaescola.abril.com.br). No site desta conceituada revista, existe uma série de outras matérias sobre a EJA, vale a pena conferir

Uso de variadas linguagens

O que é
Incorporar atividades relacionadas à arte e à cultura.

Por que dá resultado
Utilizar linguagens alternativas, como a música, o cordel e o teatro, facilita o aprendizado, principalmente de estudantes mais velhos, que geralmente têm mais proximidade com a cultura popular.

Onde deu certo
Em Salvador, no bairro Pariri, um subúrbio ferroviário, a direção do CE Sete de Setembro chamou a atenção dos alunos de EJA com projetos de música, cultura e literatura. Um deles é o Tempo de Artes Literárias, que promove uma competição saudável na escola ao estimular a produção de textos (prosa e poesia) por meio de rodas e saraus literários. Em 2009, o vencedor saiu de uma das turmas de EJA. Também foram realizados festivais para incentivar a produção musical e trabalhos de temática afro-brasileira e indígena. "A culinária desses povos, por exemplo, pode ser explorada nas aulas de Matemática, ao falar das quantidades de ingredientes utilizados em cada prato", explica Diógenes Ribeiro, diretor da escola. Ele credita o sucesso dessas ações ao uso da linguagem oral - em que muitos adultos têm desenvoltura - juntamente com a escrita.

Reorganização do tempo

O que é
Elaborar um cronograma de aulas ajustado à disponibilidade dos alunos.

Por que dá resultado
Organizar os dias e horários das disciplinas segundo as necessidades da turma garante o atendimento contínuo e a reposição de aulas.

Onde deu certo
A EEB Madre Benvenuta, em São João do Oeste, a 698 quilômetros de Florianópolis, passou em 2009 por uma reformulação em seu sistema de ensino para as turmas de EJA. A ideia, implantada nas cinco escolas estaduais da região, foi oferecer duas disciplinas por semestre, com aulas presenciais duas vezes por semana - de preferência, entre segunda e quinta-feira. "A gente evita as sextas porque tem muita programação na comunidade e os alunos acabam faltando", explica Roque Neiss, coordenador do Centro de Educação de Jovens e Adultos (Ceja) da cidade. Pesquisas, lições de casa e outras atividades complementam a carga horária de estudo. São, portanto, menos horas presenciais e mais trabalhos a distância. Tudo é corrigido pelo professor, que leva para casa as tarefas e as devolve com comentários. As faltas permitidas se limitam a duas por semestre - desde que avisadas. O aluno pode, depois, combinar um horário com o docente para repor o conteúdo perdido. "Essa organização contribuiu para que muitos adultos que tinham desistido de estudar voltassem para a escola", comemora Neiss.


Currículo contextualizado

O que é
Construir um currículo que dê mais significado à aprendizagem.

Por que dá resultado
Associar temas do cotidiano às disciplinas faz com que os alunos entendam o assunto com mais facilidade.

Onde deu certo
A Escola do Batatal, localizada na área rural de Mangaratiba, a 103 quilômetros do Rio de Janeiro, fez uma série de ajustes no currículo depois que indústrias do setor siderúrgico e de energia se instalaram no local. As diretoras Lucilene de Souza e Adriana Lopes da Silva criaram eixos temáticos para tratar os diversos assuntos surgidos com o desenvolvimento da região. Entre eles, a relação entre a urbanização e a vida no campo, a socialização como uma forma de integração da comunidade a seu entorno e o uso da tecnologia no cotidiano. Visitas ao caixa eletrônico e ao shopping center, por exemplo, foram organizadas para familiarizar a turma com as novidades. A iniciativa fazia parte do projeto Relendo o Mundo pelas Lentes da Educação, que mereceu a Medalha Paulo Freire, do Ministério da Educação (MEC), em 2009, na categoria Alfabetização de Jovens e Adultos.

Articulação com empresas

O que é
Entrar em contato com empresários do setor público e privado para estabelecer parcerias com a finalidade de facilitar o acesso dos alunos à escola e evitar atrasos.

Por que dá resultado
Melhorar o transporte público nos bairros escolares ou estimular os funcionários a estudar, flexibilizando o horário de trabalho, são bons exemplos de parcerias que podem ser sugeridas aos empresários.

Onde deu certo
A oferta precária de transporte no bairro da EMEF Reginaldo de Souza Lima, em Paragominas, fez com que a direção da escola e a Secretaria Municipal de Educação procurassem as empresas de ônibus para melhorar a regularidade das linhas no período noturno. Também foram promovidas reuniões com dirigentes de empresas privadas e públicas, nas quais os alunos trabalhavam para conscientizá-los da importância de incentivar os funcionários a frequentar a sala de aula. Outras medidas adotadas com êxito: flexibilizar o horário de entrada em 15 minutos, alterar as datas das provas quando o estudante não pode ir devido ao trabalho e realizar visitas dos orientadores educacionais à casa daqueles que faltam para convencê-los a voltar.

Atendimento individual

O que é
Oferecer um plano de estudos personalizado segundo as possibilidades de cada aluno.

Por que dá resultado
Planejar aulas de forma individualizada permite que cada adulto estude de acordo com seu ritmo e com o tempo disponível.

Onde deu certo
No CE Duque de Caxias, localizado em Corbélia, a 513 quilômetros de Curitiba, o estudante monta sua grade de horários segundo as disciplinas oferecidas e sua disponibilidade de tempo. É possível, por exemplo, cursar apenas uma matéria em um semestre e passar para três no seguinte. "Eles recebem orientações do professor separadamente, apesar de assistirem às aulas em grupos", explica a diretora da escola Nilcéa Schwambach Medeiros. Assim, um aluno que trabalha na agricultura, como muitos na região, pode faltar até 30 dias em época de colheita sem se prejudicar. "Se fossem reprovados por faltas, eles nem fariam a matrícula", diz Elcio Luis Vitalli, vice-diretor da escola.


Acolhimento e merenda

O que é
Oferecer refeição aos alunos e incentivá-los a estudar.

Por que dá resultado
Os estudantes que vão diretamente do trabalho para a escola não ficam com fome e podem se concentrar mais nas aulas.

Onde deu certo
Na EM Diógenes Ribeiro de Mendonça, em Niterói, na região metropolitana do Rio de Janeiro, a merenda é servida antes das aulas e inclui refeições reforçadas com carne-seca e abóbora. Bem alimentados, os alunos têm mais disposição para se concentrar nos estudos e não chegam atrasados. Além disso, há o cuidado para que se sintam acolhidos e vejam a instituição como uma parceira - é comum os estudantes desistirem de estudar por problemas de saúde, com a família ou de desemprego. Quem falta por mais de três dias recebe um telefonema da escola. Se, mesmo assim, o aluno continua ausente, o professor e os colegas escrevem uma carta para dizer que estão sentindo a falta dele e pedir que volte logo. E, se preciso, alguém da equipe gestora vai até a casa do faltoso para conversar pessoalmente. "Manter uma relação próxima e amistosa ajuda a evitar a evasão", diz a diretora, Kátia Christina Fernandes.


Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/diretor/7-acoes-combater-evasao-eja-abandono-623604.shtml?page=6

Volta as aulas

Queridos professores, desejamos a todos um bom retorno as aulas. Que 2013 seja um ano de sucesso a todos aqueles que acreditam que a Educação é o caminho para as grandes transformações sociais.
No dia 18 de fevereiro esperamos que todos recebam seus alunos com muita atenção e dedicação, objetivando sempre a aprendizagem daqueles que voltaram ao banco escolar com a expectativa de adquirir novos conhecimentos.
Sucesso...

Equipe EJA - 2013

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Atividade sobre Ética no CEC - EJA


O Estado Nacional Brasileiro não surgiu de uma hora para outra. Foi esforço e luta que a Nação Brasileira se tornou o Florão da América.

Viver em sociedade implica na necessidade de um sistema de regras e de conduta que Forman um ethos.

Por que ética? Porque a ética é o conjunto de princípios e valores que guiam e orientam as relações humanas. Devem ter características universais, precisam ser válidos para todas as pessoas. Não há possibilidade de convivência sem o respeito a certos princípios.


quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Soletrando o Museu 2012


Soletrando o museu 2012...mais um show de conhecimento e aprendizagem significativa.

O projeto Soletrando o museu, dia 28/09/12, contou com nove finalistas que estavam muito preparados para o concurso de soletração. Foram 38 rodadas, sendo que o desempate só aconteceu por meio das palavras surpresa.

O primeiro lugar, aluna Schayane Bernardes, escola básica Gaspar da Costa Moraes, ganhou um netbook.

O segundo lugar, aluna Vanda, escola Básica Aníbal César, ganhou uma bicicleta.

O terceiro lugar, aluno Fabrício Ferreira, do Pró-vida, também ganhou uma bicicleta.

Os demais alunos participantes ganharam camisetas da Angel e os professores EJA, profissionais que trabalharam ativamente em todo processo, foram brindados com  um sorteio final. Os presentes sorteados para os professores foram doados pelo setor empresarial da cidade.

Foi uma noite festiva e cultural! Parabéns a todos os envolvidos.



 

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Parabéns nossas queridas Secretárias...

Nos da Equipe EJA,  parabenizamos todas as Secretarias, em ESPECIAL as nossas Secretárias da Educação de Jovens e Adultos. Desejamos muito sucesso e alegria a todas.

Por que jovens de 15 a 17 anos estão na EJA

Pessoal, estamos postando um material muito interessante publicado no site http://revistaescola.abril.com.br. O material aborda a questão do número elevado de jovens entre 15 e 17 que estão na EJA.

Conheça os motivos que fazem com que adolescentes estudem na Educação de Jovens e Adultos

A presença de adolescentes na Educação de Jovens e Adultos (EJA) no Ensino Fundamental é preocupante: quase 20% dos matriculados têm de 15 a 17 anos. O número de alunos dessa faixa etária na modalidade não tem sofrido grandes variações nos últimos anos, apesar da queda no total de matrículas (28,6%). Dados da Ação Educativa com base nos Censos Escolares indicam que, em 2004, eram 558 mil estudantes e, em 2010, 565 mil. O cenário tem chamado a atenção dos especialistas da área. Por que esses adolescentes estão frequentando a modalidade, em vez de estar na Educação Básica regular? São vários os motivos (leia na última página os depoimentos de 13 estudantes). Alguns extrapolam os muros da escola, enquanto outros têm a ver diretamente com a qualidade da Educação, ou seja, envolvem o Ministério da Educação (MEC), Secretarias Municipais e Estaduais, gestores e, é claro, os professores que lecionam na modalidade.
Três grandes questões sociais fazem com que, todos os anos, muita gente desista de estudar ou então deixe a sala de aula temporariamente:

- Vulnerabilidade Muitos estudantes enfrentam problemas como a pobreza extrema, o uso de drogas, a exploração juvenil e a violência. "A instabilidade na vida deles não permite que tenham a Educação como prioridade, o que os leva a abandonar a escola diversas vezes. Quando voltam, anos depois, só resta a EJA", diz Maria Clara Di Pierro, docente da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP).

- Trabalho A necessidade de compor a renda familiar faz com que muitos alunos deixem o Ensino Fundamental regular antes de concluí-lo. O estudo Jovens de 15 a 17 Anos no Ensino Fundamental, publicado este ano na série Cadernos de Reflexões, do MEC, revela que 29% desse público que está matriculado do 1º ao 9º ano já exerce alguma atividade remunerada, sendo que 71% ganham menos de um salário mínimo. A dificuldade de conciliar os estudos com o trabalho faz com que mudar para as turmas da EJA, sobretudo no período noturno, seja a única opção.
- Gravidez precoce A chegada do primeiro filho ainda na adolescência afasta muitos da sala de aula, principalmente as meninas, que param de estudar para cuidar dos bebês e, quando conseguem, retornam à escola tempos depois, para a EJA. Assim, não estudam com colegas bem mais novos e concluem o curso em um tempo menor. Segundo a Fundação Perseu Abramo, 20% dos meninos que largaram os estudos tiveram o primeiro filho antes dos 18 anos. Entre as mulheres, esse percentual é de quase 50%. Dessas, 13% se tornaram mães antes dos 15 anos, 15% aos 16 anos e 19% aos 17 anos.
 
O sistema educacional e seus problemas
Os demais motivos que levam a garotada a se matricular na EJA têm a ver com a falta de qualidade do sistema de ensino e suas consequências:

- Reprovação e evasão O estudo do MEC aponta que a repetência de 17,4% na 7ª série e 22,6% na 8ª série só não é maior devido ao aumento da evasão escolar. Em 2005, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou que a taxa de evasão cresce continuamente ao longo dessa etapa de Educação (na 1ª série é de 1%, na 5ª, de 8,3%, e na 8ª, de 14,1%).

- Distância da escola no campo Reunir alunos da zona rural em uma só escola núcleo é uma saída das redes para garantir que os professores alcancem o número mínimo de aulas e reduzir os gastos com infraestrutura e transporte. Isso, no entanto, nem sempre é positivo para muitos dos alunos: a distância passa a ser mais um empecilho para que sigam estudando.

- Desmotivação Sem se interessar pelo que a escola oferece, vários adolescentes deixam de frequentar as aulas e só tempos depois retornam, cientes da importância dos estudos. Não só o currículo mas também a forma como ele é trabalhado provocam o desinteresse. "Às vezes, frequentar a igreja ou assistir à televisão são atividades mais atraentes do que o conteúdo das disciplinas", diz Eliane Ribeiro Andrade, professora da Faculdade de Educação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UFRJ). Adequar as aulas às necessidades dos alunos que têm mais de 15 anos e ainda estão no Ensino Fundamental, e não esperar que o contrário ocorra, é um desafio. "Isso é possível quando são propostas diferentes estratégias para ajudá-los a superar as dúvidas e dificuldades do cotidiano", explica Cleuza Repulho, presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e secretária de Educação de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo.

- Decisão do gestor Trata-se da atitude irresponsável de empurrar casos considerados problemáticos para as turmas de EJA. Dessa forma, os diretores buscam se livrar da indisciplina e evitar que os resultados da escola nas avaliações externas piorem, o que impacta o cálculo do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Um verdadeiro processo de higienização do Ensino Fundamental, que reconhece as turmas de EJA como algo menor e sem importância. Para superar o problema, é preciso investir em formação e conscientização dos gestores.
 
Para saber mais sobre o assunto consulte o link abaixo.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Roda de conversa na biblioteca municipal marcou os alunos da EJA

Os alunos do Centro Educacional Pedro Rizzi, participaram de uma mesa redonda “ Itajaí em perspectiva – Desafios e projetos” com tema: O impacto da Volvo Ocean Race na sociedade e cultura de Itajaí numa perspectiva histórica.

Recepcionados pelo diretor da biblioteca Municipal Silveira Júnior,  Ivan Serpa, os alunos do 1º ciclo e 3º ciclo B acompanhados pelos professores Felipe, Liliane e Josiane, participaram desta inesquecível e encantadora aula de história com personalidades ilustres da nossa cidade. A mesa era composta pelo secretário de Educação professor Edison d’Avila, que explanou sobre o trabalho educacional e social da regata. Já o senhor João Luís Montora, executivo da Regata, falou sobre o verdadeiro sentido da Volvo, a união entre os povos e troca de experiências entre as cidades. Ressaltou o legado fantástico que este evento deixou, sobre o despertar do rio e da náutica, o envolvimento da comunidade e meios de comunicação.
O jornalista e escritor Hélio Floriano abordou questões políticas, afirmou que “foi uma festa ordeira, o povo itajaiense foi parceiro, colaborou com a limpeza, reciclagem.” Os professores Edegilson e Elisabete Laurindo deram uma aula muito bacana, usando slides sobre os clubes náuticos da nossa cidade. Os alunos aprenderam que as praias eram usadas em 1920, por pessoas de posse e para banhos relacionados a saúde. A praia de Cabeçudas foi uma das primeiras praias do Brasil a ser utilizada para o banho de mar como fim terapêutico, mas em 1960 fora utilizada como fonte de lazer. Por fim, o jornalista Rogério Pinheiro falou sobre o seu livro: A nova Ericeira.
Os alunos receberam livros do diretor da biblioteca :Entre o rio e o mar, e participaram de um apetitoso coquetel. Esta experiência foi muito significativa e certamente marcou cada um que esteve presente.
Agradecemos a  todos os envolvidos pela receptividade